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Banca de DEFESA: KINDA RODRIGUES CONCEIÇÃO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KINDA RODRIGUES CONCEIÇÃO
DATA: 11/11/2024
HORA: 14:00
LOCAL: Google Meet
TÍTULO:

FOLCLORIZAÇÃO: REFLETINDO LINGUAGEM, RACISMO E FOLCLORE A PARTIR DE IDENTIDADES E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS


PALAVRAS-CHAVES:

Folclorização; Racismo; Linguagem; Cultura; Identidade


PÁGINAS: 131
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Letras
RESUMO:

O objetivo deste trabalho é analisar, enquanto foco principal, o conceito de folclorização e suas tipificações através da análise de transcrições de conteúdos audiovisuais presentes nas redes sociais (instagram, facebook e youtube) com depoimentos de pesquisadores e ativistas negros e indigenas: Sonia Guajajara, Vanda Witoto, Ailton Krenak, Bárbara Carine, Kananda Eller, Genilson Taquari Pataxó, Geni Núñez, Ana Maria Gonçalvez e Lélia Gonzalez. Na análise são considerados os aspectos da língua, linguagem e racismo através do extermínio de línguas, imposição linguística e hierarquias, relações de poder através da língua e do processo de colonização e folclorização, o linguicídio GONZALEZ (1986), a partir do epistemicídio e linguicídio CARNEIRO (2023) e o apagamento. Nesta análise, o racismo linguístico NASCIMENTO (2019) traz uma perspectiva da racialização da língua e seus aspectos de hierarquias sociais. O presente trabalho visa ainda descrever os corpos-territórios KREKAK (2019), através das concepções e construções sobre culturas e identidades plurais, as categorias de diferenciação “Outros” KILOMBA(2019), assim como a deformação da cultura SANTOS (2000) e genocídio cultural NASCIMENTO (1978), ocasionados pelo racismo e que expressam o fenômeno da folclorização do ser negro e do ser indígena. Os critérios de análise levam em consideração o folclore, lendas, mitos e apropriação por meio de estudos científicos sobre o folclore, as conceituações e as contextualizações de folcloristas (THOMS (1976), CASCUDO (1954), ANDRADE (2019) e ainda questionamentos tais como: o folclore tem cor? (racialização no folclore) para compreender o que são mitos, lendas, narrativas exotificadas e como a apropriação e aculturação transformam símbolos de resistência cultural e conhecimentos ancestrais em representações carregadas de estereótipos e alegorias, é preciso analisar o processo sócio-histórico-cultural de folclorização dos saberes e histórias de várias comunidades. A metodologia desta dissertação é descritiva e exploratória, com uma abordagem qualitativa. A pesquisa é de caráter documental e tem como objetivo analisar materiais fílmicos que abordam os conceitos em questão. Por meio de uma investigação bibliográfica busca-se evidenciar como os materiais analisados concretizam a interdisciplinaridade na folclorização.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 3053370 - WANIA MIRANDA ARAUJO DA SILVA
Interno - 3062873 - SABRINA RODRIGUES GARCIA BALSALOBRE
Externo à Instituição - FERNANDA DE OLIVEIRA CERQUEIRA - UFBA
Notícia cadastrada em: 17/10/2024 08:19
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