A LUTA POR TERRA, TRABALHO, APOSENTADORIA RURAL E ENVELHECIMENTO DE CAMPONESES ASSENTADOS PELO MST/CE
Terra; Trabalho; Aposentadoria Rural; Envelhecimento; MST/CE
Na dissertação, socializamos nosso trabalho investigativo desenvolvido no Programa de Mestrado Interdisciplinar em Humanidades, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro–Brasileira (MIH/UNILAB). Objetivamos investigar as contradições sociais do envelhecimento de trabalhadoras e trabalhadores campesinos dos assentamentos rurais vinculados ao Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra/MST no território do Estado do Ceará, nordeste do Brasil. Para tanto, dialeticamente, entrelaçamos em nossas analises os limites e possibilidades da Luta por Terra, Trabalho, Aposentadoria Rural para a vida dos camponeses assentados pelo MST/CE. Elegemos em nosso trabalho investigativo o método do materialismo histórico-dialético praticado pela crítica da economia política. Neste sentido, o contato com as experiências de trabalho do Grupo Interdisciplinar Marxista (GIM/UNILAB/CE), do qual fazemos parte, tem sido inspirador. Sobre a coleta, análise e catalogação das fontes, efetuamos um cruzamento de fontes diversificadas, tais como: as entrevistas com os campesinos, as leituras bibliográficas que historiciza a gênese da aposentadoria rural no Brasil, artigos jornalísticos e, ainda, a legislação que regulamenta o Sistema da Seguridade Social, Leis que dispõe sobre a Previdência Social e o acesso à terra dentro do arcabouço legalista das constituições federais. O tema é ainda carente de maiores debates/aprofundamento e acreditamos que com esta pesquisa possamos adubar o terreno do conhecimento necessário para germinarmos a superação das adversidades provenientes da experiência com a velhice para os campesinos das áreas de reforma agrária e assentamentos rurais.