“EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ADIAR O FIM DO MUNDO”: PRÁTICAS EDUCATIVAS SUSTENTÁVEIS COMO POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL
Educação Ambiental; Práticas Educativas; Sustentabilidade.
Este trabalho emerge da inquietação de uma professora e ambientalista acerca de como o seu papel enquanto educadora e o instrumento que ela possui (o ensino) podem transformar a realidade do espaço ao qual vivência. Nesse sentido, a Educação Ambiental entra como pilar central nesta perspectiva, visando uma educação libertadora atrelada aos aspectos de defesa do meio ambiente, além redução das problemática advindas da crise climática, que tem causado imensa preocupação a pesquisadores e lideranças de povos tradicionais que convivem diretamente com a natureza. Daí a ideia de uma “Educação Ambiental para adiar o fim do mundo”, parafraseando Krenak (2019), em um cosmo percepção que vá na contramão do sistema predatório capitalista, visando “adiar” a nossa existência nessa terra. A metodologia idealizada a ser executada foi a Pesquisa-ação-participante, tendo em vista a importância do contato direto com as e os sujeitos pertencentes a este trabalho, valorizando suas contribuições epistemológicas e científicas. A partir da abordagem pedagógica crítica e dialógica, esta pesquisa documenta as primeiras experiências de inserção do tema da sustentabilidade na Educação Ambiental promovendo a valorização de saberes populares, pela produção de uma Horta Escolar. Os resultados esperados incluem a construção de uma agenda ambiental escolar e o fortalecimento do protagonismo dos jovens em propor estratégias para adiar o fim do mundo.